Lá vem ele...

Todo sério, engomado, para a festa do pecado. Onde Dionísio
faz a prosa, para os escóis que estão na roda.
Lá vem ele...
Tropeçando nos sapatos, feito gente abobalhado de sorriso
alargado, dando pala de safado.
Lá vem ele...
Destemido e embriagado, usando a lacuna do anti-horário, para
a cantada mais careta do mercado.
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